Direitos autorais. Sempre é bom aprender um pouco mais.


Hoje em dia, com as redes sociais em evidência total, e com quase todo mundo postando fotos, vídeos, imagens, a coisa ficou mais séria que há algum tempo, justamente porque hoje todos nós somos criadores em potencial.

Quem já não teve problema em postar uma música no Youtube, mesmo que ela apenas faça parte da trilha sonora de um vídeo de aniversário? Já aconteceu inclusive comigo.

Nessa hora a gente lembra de tudo, só não lembra do compositor que bateu cabeça pra criar aquela música bonita que escolhemos. Mas é normal. E o problema é justamente esse.

Não nos acostumamos a valorizar o criador, quem teve o trabalho de criar uma obra. Afinal, raras são as rádios, por exemplo, que ainda citam os compositores. As comerciais quando muito citam os intérpretes.

Falando um pouco mais da realidade próxima de quem grava músicas como nós no estúdio, existe toda uma estrutura organizada para dar suporte aos autores das músicas. São as editoras que junto com os compositores se reúnem sob uma associação (UBC, Socinpro etc) que por sua vez, reunidas formam o ECAD. Essas editoras, (como a nossa do Proaudio) é que celebram os contratos com os compositores e os registram no sistema do ECAD (www.ecad.org.br), entidade que recolhe os valores de execução pública, e os repassa aos compositores e intérpretes (músicos inclusive) através dessas associações.

É uma estrutura um pouco complexa, mas hoje bem mais simplificada graças à tecnologia. Na UBC (www.ubc.org.br) por exemplo já podemos fazer todo o processo online, facilitando todo o processo de registro e demais passos.

Voltaremos a esse tópico em breve.


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